quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Sócios: os mesmos 17 mil...

No dia 30 de junho, o jornalista Rodrigo Sell assinava matéria na qual destacava que o Coritiba atingira o número 17 mil sócios. "Até aqui (30 de junho de 2008), o Coritiba já soma cerca de 17 mil sócios e a expectativa é chegar aos 25 mil no final do ano. Se isso acontecer, a média na Série A deve aumentar como já deve acontecer com o público que deverá passar pelas catracas amanhã, no Couto Pereira", destacava a reportagem.

Passados quase 80 dias, a marca permanece. Pelo menos se tomando como base a matéria assinada pelos jornalistas André Pugliesi e Robson De Lazzari em 19 de setembro, "no Alto da Glória, são entre 16 e 17 mil adeptos (o Clube não divulga o número exato) registrados no plano Eternamente Coxa".

É curioso o número de sócios não crescer, pelo menos nas divulgações feitas pelo Clube. Nos borderôs das partias do campeonato, divulgados pela CBF, o crescimento é perceptível. No primeiro jogo do Coxa em casa, pelo Brasileirão 2008, contra o Palmeiras, foram 7.733 sócios pagantes. Já contra o São Paulo, na penúltima partida do time Coxa-Branca no Alto da Glória, foram 9.600 registraods no borderô, um número que pode crescer muito ainda, já que o Coritiba - dizem as matérias dos jornalistas - tem 17 mil sócios.

Nesta reta final de Brasilerão, será que a diretoria não poderia fazer uma convocação para que estes 7 mil sócios que não estão indo aos jogos do Clube de coração apareçam no Alto da Glória, para apoiar o time, na arracanda à Libertadores 2009? Com a palavra, a diretoria...

(Foto: Marcello Schiavon)

Reforços: Halila fala

A possibilidade do Coritiba contar com mais reforços para as 13 últimas rodadas do Campeonato Brasileiro é muito remota.

Em matéria do jornalista Róbson De Lazzari, o homem forte do futebol Coxa-Branca, Homero Halila, praticamente colocou uma 'pá de cal' nas esperanças dos torcedores em contar com reforços nesta temporada. Segundo Halila, o Clube não tem interesse em reforçar o elenco.

“Não é nossa intenção contratar mais ninguém. Só se aparecer algum negócio irrecusável”, admitiu o diretor de futebol do Cori.

Bom, sejamos práticos então: se o time é este, SE a Libertadores chegar, méritos da diretoria; SE não chegar, responsabilidade da diretoria. Simples.