sábado, 5 de julho de 2008

Quem defende os interesses da torcida Coxa?

A cada clássico AtleTiba na Baixada os torcedores coritibanos têm seus direitos de consumidores feridos. Pior, continuam sendo desrespeitados e ninguém - nenhuma autoridade - defende a causa.

No AtleTiba da primeira fase do Campeonato Brasileiro 2008, novos problemas. Uma separação de torcidas feitas sem grades fixas nas arquibancadas, falta de visão - postes encobrindo a visão de um dos gols. E nenhuma providência é tomada.

O fato das separações das torcidas não ter uma grade fixa já fora motivo de queixa das autoridades, depois que no AtleTiba realizado no Alto da Glória, no Paranaense 2008 (vitória Coxa por 2x0), distúrbios ocorridos na torcida do time visitante viraram notícia, com torcedores atirando bombas na torcida do Verdão e torcedores do time da Baixada arrebentando as grades o segundo anel do setor dos visitantes.

Apesar da irregularidade apontada pela polícia militar, no último AtleTiba realizado na Baixada, novamente o uso de grades móveis - e de pequena altura - foram verificadas no espaço destinado à separação das torcidas, facilitando a ação dos mais exaltados de ambos os lados, que ficavam trocando 'gentilezas'.

Entra ano, sai ano, a falácia continua, assim como os problemas do meio-estádio, assim como a dúvida: quem irá defender os interesses da nossa torcida?

Novo fiasco no dito 'estádio de primeiro mundo'


Novamente num AtleTiba a diretoria do time da Baixada apela para artifícios tão ridículos quanto medíocres para tentar ganhar um clássico do Alviverde do Alto da Glória.

No empate de 1x1 no Brasileirão 2008 a mesma estratégia que não deu certo na decisão do Paranaense 2008 foi repetida: os holofotes do meio-estádio foram acessos apenas na metade da reta, coincidentemente no lado em que o time deles atacava. E novamente eles levaram um gol nesta situação.

Se na final do PR quem não viu a cor da bola foi o goleiro Vinícius, no Brasileirão foi a vez de Galatto ficar 'a ver navios': cruzamento da direita, Cadu desvia a bola para o interior da pequena área e o oportunista Marcos Tamandaré cabeceia para o fundo das redes.

Mais uma vez os deuses da bola recompensaram as atitudes extra-campo do time da Baixada.

O que causa estranheza é que nenhum fotógrafo ou cinegrafista, entre inúmeros veículos de imprensa registrem fotos como esta. Ou se registram, os editores de sites, revistas, jornais e emissoras de TV não noticiaram tais fatos.

E ainda tem gente que diz que o Estádio da Baixada está preparado para uma Copa do Mundo...