sexta-feira, 4 de julho de 2008

Não é o que fazer, é quando fazer...

É inevitável a transferência dos principais jogadores brasileiros para o mercado internacional. Quando não é a Europa, é o futebol do Oriente.

A imprensa curitibana noticiou uma oferta de 2 milhões de dólares pele alteta ser emprestado durante quatro meses ao futebol do Catar.

A diretoria diz que não recebeu nenhuma proposta oficial, mas que tem interesse em manter o elenco para uma disputa internacional no ano de 2009 (antes, era Libertadores, agora, disputa internacional, o que pode significar uma Sul-Americana).

O fato é que o mercado nacional não tem poder financeiro para competir com o mercado internacional. Não tem, nenhum clube tem. O que fazem os clubes que têm mais sucesso no setor? Vendem na hora certa.

A questão crucial para o Coritiba não é vender ou não Carlinhos Paraíba. Quando uma proposta tentadora chegar ao Alto da Glória, ele será vendido, tanto pelo interesse do atleta e das pessoas que lhe são próximas, como pelo interesse da diração do Clube. É uma situação absolutamente natural. Valeria para qualquer bom jogador, para qualquer comando diretivo do Cori. A questão primordial é: quando vender?

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